Como treinar em piscinas menores

Atualizado em 20 de abril de 2016
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Se o seu dia a dia está tão corrido que não há nem mesmo tempo de ir à academia dar algumas braçadas, que tal complementar o treino na piscina de sua casa ou prédio? Trinta minutos dessa atividade, pelos menos, três vezes por semana, ajuda a manter o condicionamento físico e, caso tenha um bom profissional por perto, pode até melhorar alguns fundamentos, como a virada. Utilizar o extensor curto para fazer uma atividade mais contínua também pode ser boa pedida e, se a piscina for mais funda, alguns exercícios na vertical (perna de crawl na vertical) podem ser executados.

Entretanto, o treino em piscinas menores pode ter alguns pontos negativos. Seu tamanho reduzido prejudica o ritmo e o tempo de nado (devido as viradas), além do trabalho de fixação da técnica. Caso o nadador seja um triatleta ou maratonista aquático, o condicionamento fica comprometido, e trabalhos aeróbios de longa duração ou metragem elevada serão difíceis de realizar. Todos esses obstáculos, juntos, podem fazer com que o nadador fique desmotivado e perca a paciência.

Para aproveitar da melhor forma possível a atividade, é importante ficar atento com alguns fatores, como a temperatura e profundidade da água, além dos horários em que a piscina fica mais tranquila, para otimizar o treinamento. Verificar a possibilidade de fixar um extensor curto para um trabalho contínuo e o tipo de trabalho do professor também podem contribuir o mini-treino.

(Fonte: Felipe Vaz Domingues, coordenador de natação da academia Cia. Athletica, unidade Kansas – SP)