Brasileira: bronze na maratona paraolimpíca

Atualizado em 30 de maio de 2017

Com o bronze de Edneusa Dorta, 40 anos, na maratona da classe T12 (deficiência visual), o Brasil fechou sua participação nos Jogos Paraolímpicos do Rio com 72 medalhas: 14 de ouro, 29 de prata e igual número de bronzes.

A delegação brasileira encerrou sua participação no evento na oitava colocação no quadro de medalhas, cujas posições são estabelecidas levando-se em conta o número de ouros obtido por cada nação. A meta estabelecida pelo presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Andrew Parsons, era uma posição entre as cinco maiores potências da Rio 2016.

A baiana se manteve entre as três primeiras colocadas durante todos os 42,195 km da prova e cruzou a linha de chegada com o tempo de 3h18min33s.

 

 

“O calor para mim não faz diferença. Sou brasileira e enfrento tudo: calor, frio, inverno, verão, chuva…o que vier. Sou guerreira e não desisti”, afirmou Edneusa.

Verônica Hipólito, 19 anos, foi bem em sua primeira Paraolimpíada, com prata nos 100m e bronze nos 400m, ambas medalhas na categoria T-38 (atletas com paralisia cerebral).

A veterana Teresinha Guilhermina faturou três medalhas: prata no 4×100 (categorias T-11 a T-13) e bronze nos 400m (T11) e 100m rasos (categorias T 45, 46 e 47).

Alan Fonteles, estrela dos Jogos de 2012, com direito a vitória sobre o astro Oscar Pistorius, ficou longe do pódio, bem como Júlio César Agripino, que chegou a liderar os 1.500m para deficientes visuais (T-13), mas tropeçou e caiu na pista do Engenhão.