Mundial de atletismo: dois casos de doping

Atualizado em 30 de maio de 2017
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Apesar do rigor da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), o Mundial de Atletismo em Pequim, na China, não vai passar em branco nos casos de doping. A Federação anunciou a suspensão preventiva de duas atletas africanas, que testaram positivo para substâncias proibidas pela Agência Internacional Anti-doping (Wada), mas não revelou as substâncias.

Joyce Zakari, do Quênia, correria a semifinal dos 400 m, com o melhor tempo entre as africanas e seu melhor tempo na prova (50s71). Já Koki Manunga, também do Quênia, disputava os 400 m com barreiras e ficou apenas em 35º nas eliminatórias, que tinha 36 competidoras. As duas atletas fizeram os exames de doping no fim de semana, ainda nas eliminatórias. O Quênia lidera o quadro de medalhas até o momento, com 11 medalhas, sendo seis de ouro.

O doping no atletismo vem sendo destaque nas últimas semanas e causado dor de cabeça nos dirigentes da IAAF e da Wada. Recentemente, o jornal Sunday Times, da Inglaterra e a TV alemã ARD/WDR divulgaram que um terço das medalhas (146, sendo 55 de ouro) de eventos como Mundiais e Olimpíadas, entre 2001 e 2012, pertenciam a atletas que testaram positivo para substâncias suspeitas, mas sem resultado contestado. Como forma de se antecipar e coibir os escândalos de doping no atletismo, a IAAF divulgou, antes do início do Mundial de Atletismo, 32 casos de doping que foram descobertos nas edições de Helsinki (2005) e Osaka (2007).

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