Ciclismo de pista: Brasil vai bem na Oceania

Atualizado em 20 de setembro de 2016
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A seleção brasileira de ciclismo de pista retornou da 2ª etapa da Copa do Mundo, em Cambridge, na Nova Zelândia, com chances de garantir dois atletas na disputa do Rio 2016. Na modalidade do Omnium, a prova mais complexa no velódromo, com seis baterias, o cearense Gideoni Monteiro terminou sua participação em 13º entre os 29 competidores. Com os 90 pontos conquistados, ele ocupa agora o 38º posto no ranking da  União Ciclística Internacional  (UCI), com 186 pontos. Já o paulista Flávio Cipriano conquistou a 39ª posição na velocidade individual, e subiu no ranking da UCI do 44º para o 41º lugar, com 270 pontos.

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Para o técnico do grupo brasileiro, Emerson Silva, a conquista das vagas olímpicas é possível e vai depender de um bom resultado na última etapa da Copa do Mundo de Ciclismo de Pista, em Hong Kong (China), nos dias 16 e 17 de janeiro de 2016. “Estamos realmente satisfeitos com o crescimento de todos. Os treinamentos continuam surtindo o efeito desejado e eles chegam cada vez mais fortes e competitivos para eventos de alto nível, como vimos aqui na Nova Zelândia. Vamos dar seguimento ao nosso planejamento e tenho certeza que eles estarão ainda mais preparados para a próxima etapa da Copa do Mundo na China”.

Caso Gideoni e Flávio se classifiquem para os Jogos do Rio 2016, conseguirão derrubar uma marca negativa do país, que desde os Jogos de Barcelona (1992) não participa da disputa o ciclismo de pista nas olimpíadas. O último brasileiro a competir na modalidade durante os Jogos foi Fernando de Almeida Louro, eliminado na primeira fase da corrida por pontos. O ranking mundial da categoria será fechado em 29 de fevereiro e distribuirá as vagas entre os melhores 99 homens e as 90 mulheres.